Ezequiel Fonseca, culpa secretário estadual Mauri Rodrigues pela crise na saúde


O secretário-geral do PP, deputado estadual Ezequiel Fonseca, culpa o secretário estadual de Saúde Mauri Rodrigues pela crise no setor. Ezequiel explica que a pasta não pode parar para resolver todos os problemas e só então dar andamento às ações na área. Ele cita como exemplo a falta de medicamentos de alto custo em Mato Grosso e diz que este problema passou a ser frequente desde que Mauri assumiu o cargo. “É exatamente isso que estou dizendo”, confirmou o deputado.

Segundo ele, a implantação do modelo de gestão das Organizações Sociais de Saúde (OSS), realizada na gestão do ex-secretário Pedro Henry, fez com que a saúde avançasse no estado. “Nós temos pesquisas que mostram que as OSS avançaram no atendimento à Saúde. E temos exemplos inclusive. Temos os Hospitais Regionais de Cáceres e de Rondonópolis, que fazem um bom trabalho e temos o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande”.

Ezequiel lembra que Marcos Machado, secretário na gestão do ex-governador Blairo Maggi, ensaiou a implantação das OSS, sem sucesso. “O PP foi responsável, implantou o sistema de gestão de OSS, que não era novidade porque o governo anterior havia tentado implantar através do ex-secretário Marcos Machado, implantamos as OSS, demos um resultado lá na ponta, porque vendo a pesquisa conferimos que a resposta do usuário é boa”.

Conforme Ezequiel, o PP pede a cabeça de Mauri Rodrigues do cargo porque o secretário tem “problemas de relacionamento”. “O secretário Mauri Rodrigues, infelizmente ele tem dificuldades em se relacionar e a cobrança, a falta de atendimento, a explicação aos prefeitos chegam na Assembleia Legislativa. Ao fazer um corte de recursos aos municípios, por exemplo, o secretário não teria que conversar com os prefeitos e explicar o motivo? Procurado pelos prefeitos, como deputado, eu preciso ter acesso ao secretário para que ele me oriente. Internamente na Secretaria de Saúde, os próprios funcionários não conseguem falar com Mauri”.

O parlamentar nega que haja uma briga de egos pelo comando da pasta. “Não há briga de egos. O que tem é que o PP tem responsabilidade com a Saúde e nós precisamos, além de fazer uma gestão difícil, porque faltam recursos, ter também um diálogo aberto com a população, com os prestadores de serviço, com a Assembleia Legislativa. É exatamente isso que o PP quer e que o secretário não proporciona”.

Fonte: R14deMaio

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