Rua de Mirassol D´Oeste é usada como lixão, descarte de entulho desova de animais mortos


Na tarde deste último Sábado, (25/08), por volta das 17:50 horas, uma fato lamentável e primitivo foi constatado por nossas lentes, precisamente na Rua 28 de Outubro, sentindo ao bairro Cidade Tamandaré, mais conhecido como Jardim São Paulo.

Na rua (8) como é conhecida por moradores daquele bairro a rua que dá acesso ao presídio do nosso município, notamos o descaso, falta de consciência e desrespeito de pessoas que fazem daquele local um verdadeiro depósito a céu aberto de lixo, entulho e desova de animais mortos.

Registramos também que existem várias placas espalhadas no local com a frase: “FAVOR NÃO JOGAR LIXO”, mas que são simplesmente ignoradas por pessoas que fazem do lugar uma verdadeira área de descarte de galhos secos, possívelmente deixados por profissionais que são contratados para efetuar o serviço de poda de árvores no município, ou seja um verdadeiro combústivel para o fogo haja visto a imensa quantidade que se encontra no local.

Notamos a grande quantidade de entulho, restos de construções, tais como: tijolos, telhas, concreto, madeira, dentre outros. Pudemos constatar que este problema já ocorre a vários anos sem uma devida solução.

Com o tempo e a vegetação seca, outro agravante foi a mudança de clima que trouxe ventos fortes contribuindo para o fogo se espalhar e consumir tudo que estava ao redor, o fogo invadiu a propriedade ao lado chegando até o pasto e vindo a queimar a cerca.

O clima seco, a baixa umidade do ar e as altas temperaturas registradas nos útimos dias colocam o município em alerta para possíveis incêndios. Mas mesmo assim pessoas inconsequentes e sem nenhuma responsabilidade praticam este ato lamentável, cabível de multa e até mesmo eventual e possível prisão para incendiários por questões de poluição e saúde pública.

Toda a comunidade científica e Ambientalistas alertam sobre o aquecimento global, mas é comum pessoas fazerem uso de queimadas afim de (limpar) seus terrenos e até mesmo queimando galhos e folhas no quintal de sua própria residência sem que haja preocupação com seus vizinhos, e até mesmo outros moradores que já sofrem com problemas respiratórios devido ao clima seco e a baixa umidadade do ar nesta época do ano. Com práticas como estas; fumaça, dejetos e fuligem são trazidos pelo vento para dentro de nossas residências.
“Tal atitude é ilegal; é crime”.

Todos os anos, mesmo que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) proíba as queimadas existe um aumento no número de incêndios em florestas nativas, reservas indígenas, e parques, esses incêndios propositais alastram-se por campos e matas ressecadas por uma longa estiagem.

Os altos riscos de incêndio se devem por três razões conjugadas. Os efeitos provocados pela seca, o aumento na exploração madeireira e as condições do solo.

Clicando aqui, você pode conferir que a Sema-MT publicou no final do mês de Abril o lançamento da ordem de início dos serviços de instalação do Complexo de Tratamento e Destino Final de Resíduos Sólidos Urbanos que irá atender a demanda de cinco municípios do Consórcio do Complexo Nascentes do Pantanal: Mirassol D’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Araputanga, Curvelândia e Indiavaí afim de erradicar os lixões dos municípios.

Certamente após implantação do “Primeiro Aterro Sanitário em Consórcio de Mato Grosso” no município de Mirassol D’Oeste e com rigorosa fiscalização, pessoas que praticam tais atos possam ser responsabilizadas afim de se consientizar e evitar que fatos como estes aconteçam.

Não estamos responsabilizando e tampouco questionando a existência do Aterro Sanitário, estamos voltando nossos olhos única e exclusivamente aos que fazem do citado lugar um verdadeiro desrespeito a lei e código de postura do município. Talvez com um código de postura mais rígido quem for flagrado desrespeitando a lei seja penalizando severamente com pagamento de multa e tendo o veículo usado para carregar o lixo ou entulho apreendido, fatos como este deixem de acontecer.

Sabemos que é dever dos órgãos competentes fiscalizar e altuar quem pratica queimadas ou jogue lixo em locais públicos, sejam eles urbanos ou rurais. Mas destacamos também o dever do cidadão mesmo que não pratique, denunciar quem insiste em praticá-los.

Um município que foi contemplado e abrigará esta grandiosa obra deverá servir de exemplo para os demais e começar uma campanha de consientização, pois a imensa e grande maioria da população reprova que o lixo seja “jogado a céu aberto” e ainda ocorram fatos isolados como estes. Admitindo ainda que isso é inaceitável e abominável perante a sociedade, “exceto os que praticam tais atos ilegais”.

Créditos: Renato Gomes/Agitandomais

Fonte e dados totais: Site Agitando Mais

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