Policial é suspeito de invadir casa e agredir conselheiro tutelar


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A Corregedoria da Polícia Militar do Estado deve investigar denúncia contra um policial suspeito de invadir a casa de um conselheiro tutelar, no bairro Jardim Eldorado, em Cuiabá, e agredí-lo na Delegacia Metropolitana da capital, no dia 24 do mês passado. Na denúncia, o conselheiro alega que chegou a desmaiar após a agressão, pois o suspeito o agarrou por trás e o enforcou. Quando recobrou a consciência, a vítima disse estar algemada.

O conselheiro afirmou que na data do ocorrido recebeu um telefonema do filho dele dizendo que a PM estava revirando a casa dele e, desse modo, ele foi até a residência. Quando chegou ao local, disse ter questionado o motivo da revista e o suspeito lhe disse que o local era um ponto de venda de entorpecente. Ao final, apesar de não encontrar nada de ilegal, conforme a denúncia, o policial levou o filho do conselheiro para a delegacia.

“O tenente saiu da residência dizendo que iria levá-lo para não perder a viagem”, diz trecho da denúncia do conselheiro. Ele relatou que, em seguida, foi até o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc), do bairro Planalto, onde encontrou o policial que lhe perguntou o que estava fazendo no local e porque estava usando um distintivo de conselheiro tutelar.

Após responder que todos os conselheiros usam aquele tipo de distintivo, o suspeito arrancou o acessório do seu pescoço com violência e começou a agredí-lo apesar dos outros policiais que estavam na sala pedirem que ele parasse. Devido à agressão, o conselheiro disse ter desmaiado e quando acordou o tenente lhe perguntou se “já estava bom”. Na ocasião, ele não registrou boletim de ocorrência pelo fato de os policiais dizerem que não era necessário, mas depois o conselheiro alegou ter decidido fazer a denúncia.

A assessoria da PM informou que haviam várias denúncias de que na casa do conselheiro tutelar funcionava uma boca de fumo que foi detido por tentar impedir a polícia de levar o filho dele preso. após encontrar uma porção de maconha. Por isso, ele deve responder por desobediência, desacato e resistência à autoridade policial. Além disso, a PM afirmou que o filho do conselheiro já possui passagens por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e receptação.

No entanto, a polícia informou que caso seja comprovada a denúncia todas as medidas caíveis serão tomadas.

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