Mercado oferece 145 vagas na área de construção civil


Faltam profissionais capacitados para atuar no ramo da construção civil em Cuiabá, apesar dos salários chegarem a R$ 3,5 mil. De acordo com o Sistema Nacional de Emprego (Sine), a maioria é para pedreiro e servente de pedreiro. “São exigidos requisitos mínimos para que o trabalhador possa ingressar no mercado de trabalho”, disse a superintendente do Sine, Ivone Rosset.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta que o setor industrial foi responsável por gerar quase a metade de todas as vagas abertas em Mato Grosso no primeiro semestre deste ano. Ao todo, 8,8 mil pessoas foram contratadas com carteira assinada.

No Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), na capital, são oferecidos 35 cursos relacionados à construção civil. “O Senai tem a preocupação de ofertar cursos para atender a demanda da indústria. Então, se a indústria necessita de pedreiro, aplicador de revestimento cerâmico e assim por diante, são esses cursos que vamos ofertar para suprir a carência de mão-de-obra”, disse a coordenadora de Educação do Senai, Eveline Pascualin.

Apesar disso, quem precisa contratar garante que ainda faltam profissionais capacitados. Em um residencial em Cuiabá, por exemplo, onde estão sendo construídas 4 mil casas, já emprega 400 pessoas e ainda tem mais vagas. “Tem vaga para pedreiro, servente, pintores, eletricistas e, principalmente pedreiro azulejista, o que acaba afetando o cronograma da obra”, disse o engenheiro civil Alceu Cardoso, responsável pela obra.

Claudeir Santana se formou há menos de três meses e já foi contrada como técnica em controle de obras. “Isso não descarta a possibilidade de fazer um mestrado e doutorado na área de construção civil”, afirmou. Já Gleiciane ainda está na faculdade cursando engenharia civil e já está trabalhando porque as vagas estão sobrando.

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